Microsoft Foundry: o log da resposta não explica o percurso

O log da resposta guarda o que o agente disse, não o caminho que ele percorreu. O trace do Foundry guarda a ordem dos passos, as falhas e os tokens de cada volta, e deixa o conteúdo para uma tabela protegida. Veja o que o trace mostra, quem vê o conteúdo e o que mudou no Agent Framework 1.22.0, com um exemplo executado localmente.

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Delta e Lakeflow: por onde o dado ruim passa sem dar erro

Declarar uma regra de qualidade não é barrar o dado. No Delta, NOT NULL e CHECK barram; no Lakeflow, a expectativa sem ação retém; chave e unique só declaram; o MERGE ignora a coluna nova. Veja o que cada camada faz, como montar quarentena e como ler a contagem, com um exemplo executado localmente.

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Microsoft IQ: quatro camadas, quatro perguntas

O slide tinha uma caixa só, escrita Microsoft IQ, e o agente do gerente de relacionamento acertava uma pergunta em quatro. Microsoft IQ é o nome de um conjunto: Work IQ, Fabric IQ, Foundry IQ e Web IQ, cada um com a sua pergunta, o seu lugar do dado, o seu status por componente, a sua identidade e a sua fronteira. Este artigo é o mapa das quatro camadas: o que é GA e o que é preview, quem responde em cada uma, onde elas se encontram e até onde o dado vai.

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Databricks Lakeflow: o código vai de dev a prod, o estado não

O deploy passou verde, e o full refresh apagou a bronze que o Kafka não tinha mais como repor. No Databricks Lakeflow, o bundle leva o código de dev a prod, mas o estado fica em cada ambiente: o registro do deploy, os checkpoints do streaming, as próprias tabelas e a identidade que roda o pipeline. Este artigo mostra os quatro estados que o bundle não leva, o que cada comando pode apagar e as guardas que se declaram no bundle antes do primeiro deploy em produção.

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Microsoft Work IQ: o agente para de indexar o Microsoft 365

O RAG sobre o Microsoft 365 era um pipeline seu: conector, índice vetorial, job de sync e permissão reproduzida à mão. O Microsoft Work IQ tira esse pipeline da sua mão — e cobra em identidade: não há autenticação application-only, cada chamada roda como uma pessoa e a política do tenant bloqueia escrita por padrão. Este artigo mostra o que muda, o que fica com você e como compor o Work IQ com o Foundry, os data agents do Microsoft Fabric e o Genie do Databricks sem trocar a identidade no caminho.

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Fabric IQ: a ontologia virou item de workspace e o refresh tem preço

A demonstração convence, o workspace desmente. No Microsoft Fabric a ontologia virou item de verdade: REST API, definição em arquivos e um grafo filho que nasce sozinho — e é esse filho que emite a fatura. Este artigo reúne o que o item realmente é, por que todo refresh é integral e o frescor virou decisão de custo, os quatro medidores da capacidade, até onde o binding chega de fato, três pontos em que a documentação oficial se contradiz — e o que precisa estar de pé antes de ligar isso em produção.

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Azure AI Content Safety: como barrar a injeção indireta de prompt

O prompt do usuário estava limpo. A instrução hostil entrou pelo conteúdo que a ferramenta trouxe de volta — e é essa porta que quase nenhuma revisão de segurança olha. Este artigo reúne o que mudou no OWASP Top 10 de 2026, os dois pontos de interceptação do Prompt Shields, o spotlighting que vem desligado por padrão, o que a especificação do MCP protege e o que ela deixa para você — e mostra o que precisa estar de pé para uma injeção bem-sucedida não virar impacto.

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Fabric data agent: cinco fontes, 25 linhas e só em inglês

Cinco fontes por agente, resposta limitada a 25 linhas por 25 colunas, suporte declarado só para inglês e consultas somente de leitura: o Fabric data agent tem um contrato de entrada que nenhum prompt renegocia. Este artigo reúne as seis categorias de fonte, os limites de saída, a identidade de quem pergunta e as duas aposentadorias de 26 de agosto — e mostra o que precisa estar de pé antes de o piloto virar compromisso com a área de negócio.

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